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Aos 13 anos de idade, na vila onde morava, meu grande amigo de infância me chamou para me mostrar um poema que tinha feito para um trabalho da escola.

Nesta época eu tinha muita dificuldade de me comunicar com pessoas que não eram próximas e enxerguei naquele formato algo que poderia me ajudar.

Pedi a folha emprestada e corri para casa. Li várias vezes e, modelando o poema dele, escrevi o meu. Foi um ponto de virada na minha vida.

Não parei mais de escrever e, de certa forma, sempre foi poesia persuasiva. Eu usava esse meio de comunicação para ser aceito por pessoas e grupos e também para fazer com que as pessoas passassem a pensar junto comigo.

Com o tempo eu já era chamado de poeta em todo lugar, lancei livros independentes e sempre tive o sonho de viver da escrita. Mas sinceramente, eu escutava muito que isso não “dava grana”.

Depois de uma longa jornada como produtor de eventos, entrei de sócio para uma agência de marketing a convite da minha esposa, que na época ainda era namorada.

Eu peguei alguma coisa de copy aqui e ali e comecei a escrever. Algumas coisas convertiam muito bem, mas era tudo no feeling mesmo.

Até que chegou o dia em que decidi dedicar meu tempo, energia e dinheiro para aprimorar o que era um dom.

Foi a melhor decisão que tomei como empresário até hoje.

Hoje eu escrevo cartas de vendas, roteiros de vídeos, sequências de e-mails, anúncios e mais um monte de textos que vendem.

Sim, eu já escrevi para campanhas que fizeram 7 dígitos no perpétuo…

Sim, eu já escrevi para lançamentos que fizeram 6 dígitos em 7 dias…

Mas hoje o papo aqui é outro.

Quero te mostrar como criar anúncios impossíveis de serem ignorados por pessoas que estão prontas para consumir o que você vende.

Te vejo do outro lado,

Flavio Bougleux.